O equilíbrio perfeito entre tradição e natureza
SEIRAS
Seiras Cabeço da Moura
“Os primeiros registos do “Cabeço da Moura” ou Castelo dos Mouros, na zona do Castrilhão, data da idade do Ferro, cerca de 2000 anos atrás. Neste povoado com uma pequena fortificação encontramos os primeiros vestígios de civilização em Vilarinho de Agrochão.
A cultura do Olival está presente nesta zona desde esse período histórico.
O Olival de onde este azeite é proveniente pertence à nossa família à pelo menos quatro gerações.
Decidimos juntar-nos à iniciativa Seiras para melhorar e promover melhor o nosso produto, bem como divulgar a qualidade do Azeite transmontano.”
Seiras Sá
“Nasci em Vilarinho de Agrochão, aldeia onde vivi até aos meus 20 anos, idade na qual fui para a tropa em Lisboa, e por lá organizei a minha vida.
Com o falecimento dos meus pais e dos meus sogros, tomei a decisão de continuar a cultivar os seus olivais, e dar continuidade à produção de azeite. A minha paixão pela olivicultura fez com que compra-se mais alguns terrenos, e hoje tenho o dobro da produção que os meus pais e sogros me deixaram.
Ao longo dos meus cerca de 42 anos em Lisboa, nunca deixei para trás o cultivo dos meus terrenos, que regularmente visitava, acabando por regressar de vez à minha terra natal já com 62 anos, dedicando-me exclusivamente à agricultura. Contudo esta área apresenta algumas dificuldades, como o facto de existir uma falta de corporativismo entre as pessoas, em que reina o individualismo, levando a uma pouca promoção da olivicultura aqui na região de Trás-os-Montes.
O conceito Seiras para mim vem mudar esta perspetiva, sendo uma iniciativa muito importante e inovadora, pois valoriza o azeite e a qualidade do mesmo, com a promoção das melhores práticas de olivicultura. Seiras dá as mesmas oportunidades aos pequenos produtores como a grandes produtores, incentivando ainda os que têm uma pequena produção a não abandonar a olivicultura.”